terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dia da consciência branca!

Desde que o mundo é mundo, os negros sabem seu valor, sua força, sua história, sua beleza e sentem orgulho disso (deveriam mesmo). Hoje é dia dos brancos tomarem consciência da atrocidade, barbaridade e injustiça que cometeram anos atrás e, fazer disso uma motivação para que todo tipo de racismo e preconceito morra de uma vez por todas, para no futuro não precisarmos mais de dias como esse. Só os grupos que uma vez foram considerados minoria ganham um dia só para eles, por isso temos o dia da consciência negra e o dia da mulher. Isso serve para nos lembramos de que fomos oprimidos e subjugados como seres-humanos.  Mas isso tudo ficou no passado! Hoje vivemos em um mundo em que negros e mulheres são líderes de nações. Os fracos do passado tornaram-se os líderes de hoje. Aceite! Não estou querendo com isso dizer que somos todos iguais, quero dizer justamente o oposto disso: Somos todos diferentes. Aceite isso também!
 
Não me importa quem tente me convencer do contrário, o grande herói dos últimos tempos para mim foi Nelson Mandela. Porque o Mandela não lutou pelos negros, lutou pelo ser-humano. Ele não lutou pela vingança e sim pela justiça. Ele não se deixou oprimir por causa da cor da sua pele quando estava na prisão, lutando pela igualdade, nem se deixou vangloriar por causa da cor da sua pele quando ocupava o cargo de presidência, lutando pela igualdade. Ele não quis ser reconhecido pela cor da sua pele, mas pelas suas atitudes, valores e caráter. Grande mestre. Tiro meu chapéu por sua sabedoria.  Ele foi cem por cento humano. Como somos todos nós: brancos, negros, pardos, amarelos e índios. Aceite de uma vez por todas que o mundo é de todos nós e há espaço para todos, lado a lado. Ninguém precisa ficar em cima, muito menos em baixo.
Os negros não precisavam dos brancos para dizer a eles seu lugar no mundo. Eles sempre souberam. Estavam aqui muito antes de nós! Nem muito menos, eles precisavam de uma carta de alforria assinada por uma princesa branca para saber que são livres!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Cidadã do mundo


Aprender uma segunda língua é muito mais do que estar dentro do mercado de trabalho, estar apto a competir com seus concorrentes. Além disso, existe um significado muito mais bonito e, no meu ponto de vista, importante: Saber se comunicar em outro idioma significa estar dentro, ou seja, inserido no mundo em que você vive não para competir, mas, para conviver.  É fazer parte de algo maior, é sair da sua zona de conforto e da sua bolha. É ser um cidadão do mundo. Eu mesma nunca fiz Inglês pensando em carreira, embora inglês seja inteiramente hoje, o meu “ganha-pão”. Fiz por paixão, para me dedicar a algo que me tirasse do foco de mim mesma e me dedicar ao próximo, já que você dedica quatro anos (em média) da sua vida para aprender uma língua que não é a sua, não é a língua que seus amigos falam ou que sua família fala, mas a única que algum desconhecido, lá do outro lado do mundo, conhece. Eu aprendi Inglês pela chance de me deparar com esses desconhecidos a qualquer momento e, sabendo o que dizer a eles, torna-los meus amigos. Tenho orgulho de ser fluente em uma língua internacional, não porque isso faz de mim melhor que os outros, jamais! Se fosse esse meu motivo não teria tanta alegria em ensinar e compartilhar o pouco que sei com meus alunos queridos. Tenho orgulho porque graças a isso, hoje eu tenho amigos espalhados no mundo todo, hoje defendo pontos de vista que se eu quiser, posso fazer com que sejam “ouvidos” do outro lado do mundo e posso ouvir pessoas de lá também, posso entender o que pensam, como agem, como vivem e, entendendo-as melhor, consigo não julga-las.

domingo, 22 de julho de 2012

Alguém para viajar comigo!

Blog empoeirado!! Fiquei tanto tempo sem vir aqui, falta de inspiração talvez, que resolvi, nesse post de reestréia, mudar um pouco o fio da meada. O blog análise crítica tem como intuito falar sobre tópicos polêmicos como política, educação, aborto etc sob uma perspectiva: a minha. Se é certo, se é errado, se todos concordam ou se todos discordam, eu não sei, mas tem funcionado para mim nesses últimos anos. Enfim... fui parada outro dia por algumas aluninhas (sou professora de Inglês), para uma espécio de questionamento para preencher algo que parecia com um caderno de perguntas. Fiquei surpresa confesso, que algo do tipo ainda exista nos tempos de hoje, eu esperava algo como um aplicativo de perguntas para ipads ou um formulário on-line que elas poderiam mandar por facebook ou qualquer outro site desses. Mas a pergunta era essa: O que você procura num namorado? E, tendo refletido sobre essa pergunta, resolvi postar aqui a conclusão de tal reflexão, mudando assim, temporariamente, o foco do blog. Até mesmo porque, para falar a verdade, esse é o tipo de pergunta que merece uma análise crítica tão importante quanto discutir o futuro dessa nação. Pois, por mais que eu discuta e reflita e analise sobre o futuro dessa nação, pode ser que ninguém nunca me ouça, mas, uma vez refletida e analisada a seguinte pergunta: O que você procura num namorado? ou ainda mais além o que eu procuro em uma pessoa para fazê-la ser A PESSOA, espero ter a decência de ouvir a mim mesma e ser coerente à minha própria análise crítica sobre isso, que foi a seguinte:

Eu quero alguém para viajar comigo! Homem dos sonhos? Conto de fadas? Romance ideal? Blá blá e blá é o que eu acho dessas ideais pré-formuladas, até porque quando ouço as palavras “sonhos”, “fada” e “Ideal” para descrever uma mesma coisa eu só consigo pensar uma coisa dessa coisa: tédio! Eu quero é a realidade com um tantinho de aventura, superação e desafio. Alguém que compartilhe comigo essa vontade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo e não caber num canto só, até que a coisa fique tão boa que a presença da pessoa se torne mais importante do que o próximo destino, porque assim, saberíamos nos divertir em qualquer lugar imaginável. O que eu procuro é uma boa companhia para viajar comigo seja até o outro lado do mundo ou no sofá da sala num domingo chuvoso!

Bom, foi essa a resposta a que cheguei depois de pensar um pouco no assunto, não precisei pensar muito, na verdade,´para compartilhar aqui com vocês, mas a resposta que eu dei para elas foi outra: "Deixa disso meninas, vamos voltar ao verbo ´to be´ ". Eu sei que parece um pouco arrogante da minha parte mas é que ainda é muito cedo para elas deixarem de acreditar em homem dos sonhos, conto de fadas e romance ideal!